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Só Mais Uma: na Localizada, o ritmo também faz parte do desafio
Por Bro
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4 min de leitura

“Primeiro, eu não sirvo pra ficar montando equipamento.” A aula ainda está na preparação, mas Jeni, Gabi e Mavi já têm assunto. Entre barras, anilhas e a procura por uma presilha, começa o segundo episódio de Só Mais Uma. Desta vez, a modalidade é a ginástica localizada, que coloca o trabalho muscular no ritmo de uma turma inteira.
Depois da experiência com o Pilates Allegro, nossas apresentadoras seguem tentando entender quais atividades combinam com cada uma. O reality da Bro, que estreou em 15 de outubro de 2026, acompanha essa busca semana a semana. Na Localizada, houve preocupação com o fôlego, vontade de pegar mais peso e a descoberta de que acompanhar a contagem do professor também dá trabalho.
O peso da vizinha e o ritmo da turma
Antes da prática, as expectativas já são diferentes. Há quem conheça a aula, quem se sinta desafiada ao ver alguém levantando mais peso e quem prefira a possibilidade de fazer uma pausa no próprio tempo. A conversa sobre cargas começa antes mesmo da primeira repetição, entre provocações e tentativas de prever o esforço que vem pela frente.
Durante a aula, a caneleira entra na lista das dificuldades. O agachamento com barra, por outro lado, aparece em um relato como um movimento mais familiar, que foi possível executar com controle. Cada uma reconhece facilidades e estranhamentos diferentes.
O ritmo merece um comentário à parte. Uma das apresentadoras conta que acompanhar o “desce, sobe” do professor foi cansativo: a turma já sabia como seguir a sequência, enquanto ela ainda estava encontrando o tempo do movimento. É uma diferença fácil de reconhecer quando se chega a uma aula em que quase todo mundo parece saber o que vem depois.
O que é ginástica localizada?
A ginástica localizada organiza exercícios para trabalhar grupos musculares, geralmente em sequências de repetições conduzidas por um profissional. A aula pode usar o peso do corpo e acessórios como halteres, barras, anilhas e caneleiras. O trabalho de resistência muscular é uma de suas características.
No episódio, há escolha de cargas, orientações sobre a posição do corpo e mudanças na cadência. O professor conduz a turma, ajusta detalhes e avisa quando vai alterar a velocidade. As participantes precisam acompanhar tanto o movimento quanto a maneira de repeti-lo.
Na conversa final, elas aproximam a experiência da musculação pela presença dos pesos e do esforço muscular. O que chama a atenção naquela aula é a dinâmica coletiva: a contagem compartilhada, o incentivo e as brincadeiras do professor. A estrutura varia de uma turma para outra; a sessão que as três experimentaram é uma dessas possibilidades.
Quais músculos a Localizada trabalha?
Depende da sequência proposta. Uma aula pode concentrar mais trabalho nos membros inferiores ou distribuir os exercícios por diferentes regiões do corpo. O nome da modalidade não determina, sozinho, quais músculos serão mais exigidos naquele dia.
Os agachamentos, citados ao longo do episódio, envolvem a musculatura das coxas e dos quadris. Entre os principais participantes estão o quadríceps, na parte da frente da coxa, e os glúteos. O tronco também precisa de estabilidade durante o movimento; a participação de cada região muda conforme a variação e a posição da carga.
As caneleiras, por sua vez, acrescentam resistência aos movimentos das pernas. O exercício escolhido é que define como essa resistência será usada. Em uma programação mais ampla, exercícios para costas, peito, ombros, braços e abdômen também podem compor o trabalho de fortalecimento. O planejamento da rotina precisa considerar os diferentes grupos musculares.
O que esse trabalho pode acrescentar à rotina
Uma prática regular de exercícios resistidos pode contribuir para força e resistência muscular, além de ajudar a manter ou aumentar a massa muscular. São adaptações construídas com continuidade e uma progressão adequada a cada pessoa. A escolha da carga, das repetições e dos intervalos faz parte desse planejamento.
Atividades de fortalecimento também fazem parte das recomendações de movimento para adultos, ao lado das atividades aeróbicas. A rotina pode reunir modalidades diferentes, conforme os objetivos, as preferências e a orientação profissional.
Para as apresentadoras, a aula trouxe ainda uma percepção bastante concreta: treinar em grupo pode ser mais convidativo em um dia de pouca vontade de fazer exercício sozinha. O acolhimento do professor e das outras alunas aparece no relato como parte do que tornou aquela experiência boa. Esse é um motivo pessoal para voltar, e merece espaço na escolha de uma atividade.
Para experimentar sem disputar a carga
Conte ao professor que está começando. Vale explicar sua experiência com exercícios e mencionar dores ou limitações. A escolha da carga deve permitir que o movimento seja feito com controle. O peso usado pela pessoa ao lado não precisa ser a sua referência.
Peça ajuda com os acessórios. A procura pela presilha rende conversa no episódio. Antes de começar, é melhor conferir a montagem da barra e o ajuste das caneleiras com quem conduz a aula. Uma dúvida pequena pode ser resolvida ali, antes da sequência.
Encontre o ritmo com tempo. Se estiver difícil acompanhar, peça uma adaptação. Reduzir a carga ou fazer uma pausa pode ser necessário para recuperar o controle. A participação na turma permite esses ajustes.
Respire e observe como se sente. Evite prender o ar ao fazer força e avise se houver dor ou mal-estar. O cansaço descrito pelas apresentadoras pertence à experiência delas; a intensidade da sua aula precisa respeitar seu momento.
Também vale escolher uma roupa que continue confortável ao agachar e levantar os braços. Poder se movimentar sem precisar corrigir a peça a cada repetição ajuda a prestar atenção no que o professor está orientando.
Reclamar durante a aula, querer voltar depois
O professor pede um sorriso para a câmera quando o esforço já está aparecendo no rosto. Mais tarde, a tentativa de manter a pose rende comentário: elas estavam fazendo a aula de verdade, com o cansaço que vinha junto. Em outro momento, até os nomes de Jeni, Gabi e Mavi se embaralham na condução da turma.
As reclamações continuam até a conversa final, mas o saldo traz entusiasmo. Há quem diga que amou, quem reconheça o quanto foi cansativo e, ainda assim, tenha gostado, e quem queira colocar aquela aula na semana. “Nossa, eu super faria essa aula toda semana”, aparece em um dos relatos, acompanhado da vontade de chamar uma amiga.
Essa combinação dá uma boa medida do segundo episódio. O grupo ajudou a tornar agradável uma experiência exigente; cada uma encontrou motivos para gostar, mesmo tendo passado por dificuldades diferentes. O entusiasmo da saída convive com o comentário de quem termina “sem alma”, mantendo o humor que acompanha as três desde o começo.
Em Só Mais Uma, experimentar também serve para perceber o que dá vontade de repetir. Na Localizada, além de barras, caneleiras e contagens, a companhia entrou nessa decisão.
Próxima parada: Dance Mix
Depois dos pesos e das contagens da Localizada, Jeni, Gabi e Mavi seguem experimentando juntas. No terceiro episódio de Só Mais Uma, o desafio é o Dance Mix. O episódio já está disponível no YouTube da Bro: assista para ver como as três se saem nessa nova aula.
Assistir ao episódio de Dance Mix →
💙
Fontes e leituras
Relato baseado no episódio completo de Só Mais Uma — Localizada.
Sesc Santa Catarina — Ginástica Localizada
American Council on Exercise — Back Squat · NASM — Dumbbell Front Squat
CDC — Atividade física para adultos · Benefícios da atividade física
Better Health Channel — Exercícios resistidos e prevenção de lesões
SOBRE A AUTORA
Bro
Ambrosina lançou a primeira coleção em 1995, no Rio de Janeiro. Trinta anos depois, ela continua no Rio, olhando cada peça que é feita na Bro

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